Hide options
cristina a met download
Video results for: cristina a met
Gisella Cozzo - Angels, l'alliance des Anges… Dopo 15 anni, le sigle di Cristina D'Avena tornano (More) Dopo 15 anni, le sigle di Cristina D'Avena tornano ad essere tradotte in lingua straniera. Tra la fine degli anni '80 e la metà degli anni '90 il mercato delle sigle dei cartoni animati Mediaset era ampiamente sfruttato anche in Francia, Spagna e Germania, grazie alla collaborazione con le filiali estere del Gruppo Milanese. Ma nel biennio 1994/1995 fu dato lo stop all'esportazione delle nostre sigle all'estero. Ma oggi, dopo 15 anni, RTI torna a imporsi sul mercato animato internazionale. Il pretesto principale è la realizzazione della serie animata "Angel's Friends", co-produzione tra Play Entrtainment, RTI e Mondo TV, e la sua diffusione a livello mondiale. I co-produttori Mondo Tv e Play Entertainment stimano ritorni interessanti in termini di ricavi nei prossimi anni derivanti dalle vendite dei prodotti brandizzati con la Property e collegate alla serie televisiva Angels' Friends, nata come risposta al "fenomeno WinX". I diritti televisivi sono stati già ceduti in molti Paesi tra cui Belgio, Lussemburgo, Bulgaria, Repubblica Ceca, Slovacchia, ex Jugoslavia, ed anche in diversi paesi asiatici e mediorientali. La società stima che la serie avrà una diffusione televisiva pressoché globale. La serie, supervisionata da Fabrizio Margaria, arriverà su Italia Uno a metà ottobre, ma è già in onda, in anteprima mondiale, in Spagna da sabato 19 settembre con doppio appuntamento sul canale a pagamento Cartoon Network. Dal 3 ottobre, come da storica abitudine, la serie approderà <b>...</b> (Less)
ONU prova que a mídia é contra a democracia e a… Este vídeo mostra o que se esconde por trás dos (More) Este vídeo mostra o que se esconde por trás dos ataques sistemáticos da mídia brasileira contra a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner.
Para entender o jogo da mídia contra o que chamam de "kirchnerismo" é importante contextualizar a situação. Antes, vamos usar uma analogia metafórica.
Você mora numa grande cidade em que três padarias controlam a qualidade, a variedade e o preço dos pães que você consome. E uma antiquada lei diz que só os políticos podem liberar concessões para novas padarias. E a maioria dos políticos (responsáveis pela tal lei) são donos das padarias; ou amigos destes; ou representantes dos mesmos. Daí, um governante assume a responsabilidade para criar uma nova lei que visa quebrar o cartel, dificultar o monopólio e facilitar o surgimento de novas padarias. O que faz o sindicato dos donos das padarias? Começa a espalhar panfletos dizendo que o governante quer controlar a produção de pães na cidade e ameaça a sua liberdade de escolher o pão que você vai comer. Agora, imagine se, em vez de mandar imprimir panfletos, os donos das padarias fossem donos de todos os meios de comunicação (jornal, rádio, tv etc) disponíveis. E tente imaginar se, em vez de pãezinhos, os produtos em questão fossem as notícias que influenciam a vida todos na cidade. Uma vez exposta esta metáfora, vamos conhecer um pouco a história da imprensa na Argentina para entender o que isto tem a ver com o Brasil.
Na Argentina, a grande mídia privada era tradicionalmente "chapa-branca", principalmente a partir de 1978 -- quando o ditador Rafael Videla praticou de forma criminosa a expropriação da empresa Papel Prensa, que detinha o monopólio da produção de papel no pais. Videla cedeu a Papel Prensa para três grupos: Clarin, La Nacion e La Razion (Hoje com prevalência do Clarin e o La Nacion). A contrapartida para tal "caridade" era clara: os grupos teriam que ter um "objetivo comum", ou seja, dar vazão ao "projeto" de um governo ditatorial, corrupto, violento e entreguista. Com tal golpe, os grupos empresariais passaram a controlar toda a imprensa escrita e adquiriu um poder extraordinário, cartelizando o setor e esmagando a concorrência. Inclusive, correm hoje na justiça da Argentina processos que cuidam de julgar graves acusações de crimes -- seqüestros, assassinatos etc -- cometidos por conta do golpe na Papel Prensa.
Ante o nebuloso passado, não é difícil entender o porquê de os grupos Clarin e La Nacion terem assumido, até o governo Duahlde (antecessor de Nestor Kirchner), uma postura "chapa-branca". Pois qualquer governante que ousasse pôr a mão no vespeiro da sórdida história por trás dos poderosos barões da mídia, obviamente perderia a "simpatia" dos mesmos. Foi o que fez Nestor Kirchner. Sua sucessora, Cristina Kirchner, foi mais além: deu amplo apoio à reformulação das antiquadas leis das comunicações que davam suporte às injustiças; ao monopólio. É a chamada Ley de Médios -- uma revolução na democratização das comunicações --, reverenciada pela maioria dos jornalistas argentinos e que o relator da ONU para a liberdade de expressão, Frank La Rue, definiu como "a mais avançada legislação em favor da liberdade de expressão da América Latina e um exemplo para o mundo". Assim, é tremenda má-fé dizer que Cristina Kirchner estaria cerceando a liberdade de imprensa porque a grande mídia faz oposição ao governo dela. Porque se você raciocinar bem, para o "kirchnerismo" seria muito mais cômodo deixar tudo como está: a grande imprensa elogiando o governo de um lado e a histórica injustiça assombrando de outro lado, com a prevalência do jornalismo chapa-branca monopolizando as verbas publicitárias e sufocando a maioria representada pelos milhares de outros periódicos "não-alinhados" à oligarquia; as rádios não-comerciais etc.
No Brasil, após sistemáticas críticas dos organismos internacionais contra as capengas leis das telecomunicações (permitindo, por exemplo, o clientelismo na distribuição das concessões de rádios e tevês), em 1998 o governo de FHC resolveu fazer uma reformulação meia-boca na legislação. Mas cerca de 70% dos parlamentares que formularam e aprovaram tal legislação eram donos de rádios e tevês ou estavam a serviço destes, ou seja, criou-se uma lei que veio muito mais para restringir do que democratizar o setor. Em suma: criaram uma nova lei que ainda traz graves reflexos dos tempos da ditadura. A nova lei em estudo no Congresso Nacional visa acabar com as vergonhosas barreiras para a distribuição de concessões de rádios e TVs e coibir o monopólio nas comunicações. Mas o jogo é duríssimo. Para barrar tal lei, a chamada "grande mídia" brasileira bolou um fantasma chamado "ameaça contra liberdade de imprensa" na imagem da "ditatorial" presidenta da Argentina e quase todos os dias martela tal "ameaça" nos seus noticiosos.
BLOG DO SARAIVA (Less)
met art 2013 03 20 cristina a siebog (x122) 3744x5616 turbobit.net ext: .zip 288 MB date: 2013-03-23
Source title: met-аrt: cristina a - siebog (20-03-2013) » raslabona.net
raslabona.net
ba MA078 Cristina A Siebog rapidgator.net ext: .rar 288 MB date: 2013-03-20
Source title: met-art : cristina a.- siebog
mysaite.net
MA20121001 Cristina A Crevati mediafire.com ext: .rar 31 MB date: 2013-03-08
Source title: magazine comics: cristina a - crevati - met-art 2012 10 01
magazinefreecomics.blogspot.com
MetArt_CREVATI-CRISTINA-A size: 296 MB
File no longer available 2012-10-02 10:52:57
MA Cristina A Cinivia hires hotfile.com ext: .rar parts: 2 621 MB date: 2011-01-25
Source title: warianoz.com - ver mensaje individual - met-art cristina a - cinivia
www.warianoz.com
Sponsored results
Join Our Fan Page on Facebook!
About | Privacy | Cookies policy | Terms | DMCA Policy | Contact | Api
FilesTube lets you search for shared files from various file hosting sites like:
Uploaded.to, Rapidgator.net, Netload.in, 4shared.com, Extabit.com, Turbobit.net, Mediafire.com and many others.
Copyright 2013 © FilesTube.com, 514,412,704 files indexed